28 Oct

Para celebrar o mês da Consciência Negra, o Parque Explora Mundi apresenta um Festival sobre as diversas manifestações e influências da cultura africana no nosso cotidiano

África, berço dos possíveis primeiros habitantes da Terra. Sua cultura, costumes, danças, lendas, culinárias e as mais diversas manifestações foram fundamentais na formação da miscigenação racial do povo brasileiro.

Muito do que se ouve hoje na música ou se vê na culinária, teve influência direta ou indireta desse povo que chegou ao Brasil como escravos, mas que ao longo do tempo conquistou sua independência e viu sua cultura ser valorizada.

Em homenagem a essa herança, o Explora Mundi, Parque Temático em Vivências de Aprendizado e Diversão, apresenta o mais novo Festival de sua programação: O África Mundi. Oficinas culturais, danças típicas, música, artesanato, em um ambiente cercado de muita natureza e ar puro. Leia Mais »

28 Oct
Arte brasileira na França
icon1 O GuaracYano | icon2 Arte e Cultura | icon4 28/10/2009|

Obra de Fernanda Pires no ‘Salon Du Louvre’ 2009’

Artista paulistana radicada em Vinhedo, no interior de SP, terá vernissage no museu parisiense no dia 10 de dezembro

São Paulo – A artista plástica Fernanda Pires, 49 anos, leva sua obra Chapada dos Guimarães ao Museu do Louvre, em Paris, para uma exposição que apresentará também quadros de outros 13 artistas brasileiros, no mês de dezembro próximo. A vernissage está marcada para o dia 10, às 18h30 – a exposição prossegue até o dia 13. A obra da artista que estará na exposição no museu parisiense foi escolhida de um total de cinco que ela enviou à curadoria do evento. Todas retratam, sobretudo, o Brasil e os brasileiros. Fernanda é a única representante do Estado de SP na exposição. Leia Mais »

15 Oct

Em única apresentação em São Paulo, músicos de diversas etnias se reunirão no evento Música pela Paz, idealizado pelo Sulha Peace Project, movimento internacional que promove a integração entre judeus e palestinos através de movimentos culturais.
O palestino Ihab Bal´ha e o israelense Gabriel Meyer, fundadores do projeto SUL’HÁ (trégua), objetivam reconstruir a confiança no Oriente Médio, restaurar a dignidade e ir além da agenda política. A intenção do evento no Brasil é propagar a mensagem de paz e da coexistência universal.
A apresentação conta com um grupo composto por quatro músicos e três instrumentistas brasileiros, que tocarão repertório baseado nos ensinamentos da corrente mística da cabala, associada ao judaísmo; e do sufismo, ligado ao islamismo. Suas músicas buscam o caminho da santificação da vida, para além de qualquer ideologia. É arte sendo usada como meio de cultura e transformação. Leia Mais »

9 Oct

Por Rodrigo Queiroz

“Todo quadrante dinâmico, sob a lua crescente, laureado pelo trabalho, conduzirá à Luz”.
- Pai Buby -

A Umbanda, como tudo nesta era moderna da globalização e múltiplas ferramentas de comunicação, vêm sofrendo profundas renovações e determinantes influências que a primeiro momento altera o “velho padrão” e que, na verdade, promove a tal pregoada evolução.
Por muito tempo venho ensaiando este texto, pois não conseguia definir se o escrevia como um artigo jornalístico meramente informativo e “neutro”, leia-se: frio. Ou se eu me permitia narrar minha experiência pessoal, sensações, emoções e conclusões de pesquisa e vivência. Ou seja, um texto vibrante e caloroso!
Tentei por várias vezes a primeira opção e agora cansado de tentar venho transcrever o que gostaria de falar pessoalmente.
Em Novembro de 2007 foi notícia uma extensa matéria na Revista Época, sobre Pai Buby como “re-inventor da Umbanda” e o Templo Guaracy. Tal reportagem trazia à tona “uma” Umbanda sofisticada, moderna e… como posso dizer… “invejável”.
A matéria foi comentada e debatida em grupos virtuais, escutei muitas pessoas sobre esta reportagem e tive contato com todo tipo de opinião e, de forma soberana, predominava a opinião de que aquela Umbanda que Pai Buby propunha era demasiadamente “chic”, fora dos “padrões” de simplicidade que a Umbanda manifesta ou coisa do tipo.
Então me questionava, por que o diferente, o inovador, o empreendedor é sempre visto com “cara feia”? Confesso que achei estranho alguns trechos da reportagem, mas me chamou muito a atenção a dimensão que “aquela” Umbanda tomava e o núcleo que ela penetrava, ou seja, os abastados. Me alertei com uma declaração de uma entrevistada que é freqüentadora do Templo Guaracy que disse o seguinte: “Não entraria em um terreiro diferente deste”. Ela está se referindo aos terreiros da periferia, escondidos, mal tratados. Por fim, esta reportagem da Época, dando ênfase a estas questões, criou um mal estar na comunidade Umbandista. Guardei a entrevista, achei interessante e o tempo passou.
No início de 2008 recebi um mailing sobre o lançamento do Cd de Carlos Buby “Terra de Deus Repentista”, pela gravadora Batoke; era ele, Pai Buby, achei interessante, liguei na gravadora para marcar uma entrevista para a Revista Umbanda Sagrada. Paralelo a isso, eu e Ricardo Barreira (Umbanda Fest) iniciávamos o programa diário de rádio Voz da Umbanda; era o ano do Centenário Umbandista e muitas atividades e planos estavam sendo realizados. Enfim, a Umbanda Fest trouxe o show de Carlos Buby para o evento cultural “Revelando São Paulo”. Nesta ocasião entrevistamos Buby na rádio e também pela TV Umbanda Sagrada. Isso aconteceu numa sexta feira e sábado, no domingo o Templo Guaracy completava 35 anos de atividade. Eu estive lá. Leia Mais »