29 Jan

A subjetividade e o imaginário humano têm sido incansavelmente sondados pelos diversos campos do saber. A psicanálise por exemplo formalizou a busca científica no âmbito do autoconhecimento como possibilidade de conviver com os sofrimentos da psiquê. Procuramos a religião para dar sentido à vida e serenar nossas almas inquietas.

Também a linguagem poética ilumina as nossas vivências mais tocantes e indescritíveis para reconhecer a identificação de sentimentos comuns entre nós. Materializa a tentativa de chegar ao outro com amor, compreensão, beleza e integridade.
É como se por um momento, ao percorrermos esses caminhos sugeridos, o tempo fosse suspenso para contemplarmos emocionados a beleza da vida. Leia Mais »

23 Jan

“Modas passam, o estilo permanece” disse certa vez um famoso estilista francês. Nada mais real nos dias de hoje. Acabou-se a ditadura da moda. As pessoas não estão mais presas a um comprimento, cor ou forma específica. Vê-se nas ruas todos os tipos de roupas, inclusive as de 50 anos atrás (os famosos “vintages”). As pessoas procuram transmitir através do vestuário seus valores, suas crenças e sua identidade.

Nessa última temporada de moda brasileira, viu-se mais uma vez grifes com seus valores apresentando coleções para seus públicos independente das famosas tendências. O que chamou atenção foram duas delas. A Melissa ( sim, aquela mesma das pochetes e outros mimos para as meninas dos anos 80) lançou uma coleção inspirada no trabalho de Esther Malangu, rainha da etnia Nbedle, da África do Sul.

A artista , de 74 anos, seguindo a tradição de seu povo onde mulheres aprendem desde cedo a arte de pintar casas, teve seu trabalho reconhecido internacionalmente em uma exposição, “Magiciens de la Terre”, em Paris. As casas que pintou , pela sua beleza e originalidade, foram inspirações para carros da BMW e atualmente para a coleção da Melissa . Quem quiser conhecer um pouco sobre o trabalho da artista pode visitar a Galeria Melissa, na rua Oscar Freire. Leia Mais »

20 Jan

Estamos “carecas” de ouvir sobre reciclagem, mas só ouvir não basta. Você participa separando ou reaproveitando material de uso do seu dia a dia?
Papel, vidro, metal e plástico com certeza são utilizados por você, sua família, seus vizinhos e amigos…Pense a respeito…Tome uma atitude…
Reciclar não é simplesmente reutilizar mas sim transformar cada produto em uma nova matéria prima para se tornar material de consumo.
Em meados de 1980 esta prática se tornou mais comum no Brasil, sendo já reconhecida como necessária independendo da divulgação na mídia. A partir da conscientização da população, um padrão foi estipulado para que ocorra a reciclagem desde o armazenamento do material em recipientes apropriados e descritos na seqüência : Leia Mais »

15 Jan

Há que se considerar que as pedras não podem ser um delimitador de nossas vidas. Como seriam? Elas é que dão forma e força às correntezas que nos carregam. Estão lá para nos tornarem mais fortes, ou mais sábios, ou reterem aquilo que não pode mais correr junto a nós.

Algumas pedras estão lá exatamente para nos desviarem do percurso e nos fazerem desenhar uma outra realidade, num outro contexto. Outras, nos dão sustentação e ainda algumas, represam nossas águas até que as transformemos numa linda cachoeira, cuja luz captada pelo sol, dá origem a um gigantesco arco-íris.

É difícil dizer quantos rios existem dentro de nós. As águas têm a característica de mudarem constantemente, conforme a natureza que as contém. Há rios sazionais, que se rebentam quando a terra fica muito seca, árida, insuportável. Eles se enchem todas as vezes que a dor da solidão aflora e começa a se formar uma tempestade de desespero dentro de nós. Então, cada gota de água que cai é uma esperança vazia que se despede do nosso peito. E o rio volta a ficar cheio. Leia Mais »

13 Jan
A arte dos flocos de neve
icon1 Ricardo Hida | icon2 Arte e Cultura | icon4 13/01/2009|

Foi lançado nos EUA o livro “The Art of the Snowflake” , baseado em um projeto do professor Jenneth Libbrecht, com fotos de cristais de neve recolhidos no Alasca, Vermont, Califórnia, Michigan e Ontário.

Há mais de 10 anos o acadêmico, que leciona Física no Instituto de Tecnologia da Califórnia, recolhe e fotografa flocos de neve através de um microscópio.

O impressionante resultado mostra a diversidade, a harmonia e o equilíbrio de formas presentes nos cristais que medem entre 1 e 2 milímetros. As formas variam conforme a nevasca. Segundo o autor as mais leves e com poucos ventos produzem as formas mais belas e equilibradas.

Não é a primeira vez que a Ciência observa e registra a beleza de microformas da Natureza. Obras vêm sendo publicadas tratando do assunto. Nos últimos tempos, a Rede Globo vem utilizando como cenário em alguns programas jornalísticos fotos ampliadas de folhas, insetos e até mesmo do cérebro em funcionamento. As imagens traduzem uma beleza única e inigualável e que surpreendem a audiência pela sua origem.