A subjetividade e o imaginário humano têm sido incansavelmente sondados pelos diversos campos do saber. A psicanálise por exemplo formalizou a busca científica no âmbito do autoconhecimento como possibilidade de conviver com os sofrimentos da psiquê. Procuramos a religião para dar sentido à vida e serenar nossas almas inquietas.
Também a linguagem poética ilumina as nossas vivências mais tocantes e indescritíveis para reconhecer a identificação de sentimentos comuns entre nós. Materializa a tentativa de chegar ao outro com amor, compreensão, beleza e integridade.
É como se por um momento, ao percorrermos esses caminhos sugeridos, o tempo fosse suspenso para contemplarmos emocionados a beleza da vida. Leia Mais »
Nessa última temporada de moda brasileira, viu-se mais uma vez grifes com seus valores apresentando coleções para seus públicos independente das famosas tendências. O que chamou atenção foram duas delas. A Melissa ( sim, aquela mesma das pochetes e outros mimos para as meninas dos anos 80) lançou uma coleção inspirada no trabalho de Esther Malangu, rainha da etnia Nbedle, da África do Sul.
Há que se considerar que as pedras não podem ser um delimitador de nossas vidas. Como seriam? Elas é que dão forma e força às correntezas que nos carregam. Estão lá para nos tornarem mais fortes, ou mais sábios, ou reterem aquilo que não pode mais correr junto a nós.

