16 Jul

No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a “descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não
soubesse lidar com as emoções.”

A ciência começa o novo milenio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual.Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma Nova Era no mundo dos negócios.

Drª DanaZohar - Oxford

No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.

Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado “Ponto de Deus” no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.

O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune.

Afirma Dana: “A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual”.

Aos 57 anos, Dana vive em Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford.

É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Leia Mais »

23 Feb

Cantoras fazem sucesso com cânticos

negros de escravidão e sambas de terreiro

O cancioneiro negro, advindo dos ritos religiosos da África, trazido pelos escravos, e que teve seu apogeu com Clara Nunes, nos anos 70, agora novamente vem alcançando popularidade com uma série de cantoras. Entre as atrações “afro-brasileiras” três nomes despontam no cenário: a paulistana Graça Braga, a carioca Aline Calixto e a maranhense Rita Ribeiro.

Parafraseando o Budismo, onde um Buda pode reencarnar em várias pessoas diferentes, Clara Nunes revive em novas obras e performances competentes e, arrebata uma nova onda de fãs.

O primeiro exemplo é Graça Braga, paulistana criada na roda de samba e que integra a Comunidade Samba da Vela e o Berço do Samba de São Mateus. A cantora e compositora, com mais de 30 anos de carreira, recebeu o certificado de reconhecimento de difusão do samba, outorgado pela Assembléia Legislativa de São Paulo. Seu novo cd, “Eu Sou Brasil” conta com afoxés, cocos, sambas de terreiro como a imperdível Por Liberdade, um verdadeiro cântico escravo de libertação e ainda canções como Terreiro Brasil, Kissanga e Balaio de Sinhá, todas com fortes influências da africanidade. www.gracabraga.com

Aline Calixto é uma nova cantora que segue a característica biográfica de Milton Nascimento, carioca de berço, mineira de criação. Em seu cd de estréia “Aline Calixto”, lançado pela Warner Music, a cantora, com voz doce e timbre agradável, apostou em sambas de terreiro como Oxossi e Rainha das Águas.  Aline venceu alguns prêmios de música, entre eles, “Novos Bambas do Velho Samba”, em 2008, conferido pela tradicional casa Carioca da Gema. www.alinecalixto.com.br

Já a Tecnomacumba da maranhense Rita Ribeiro rendeu um disco ao vivo inesquecível com participação de Maria Bethânia. A cantora, com mais de 20 anos de carreira, percorreu o Brasil inteiro com seu espetáculo e foi visto por mais de 200 mil pessoas. O cd mistura elementos afro-ameríndios com sons de guitarra e baixo elétricos. Velhos clássicos têm nova roupagem como Cavaleiro de Aruanda (famosa na voz do Ronnie Von), Rainha do Mar, É D`Oxum, Oração ao Tempo (Caetano), Bapá Alapalá (Gilberto Gil), Iansã (Caetano e Gil), entre outras. http://www2.uol.com.br/ritaribeiro/

24 Sep
NAMORAR NAMORANDO
icon1 O GuaracYano | icon2 Comportamento | icon4 24/09/2009|

(Príncipes ou sapos??????)

Olhar a distância, hummmmmmmmmmm…pensar como será o perfume daquela pessoa que imaginamos especial é uma forma de namorar prazeirozamente. Muito diferente de a algumas décadas, a famosa “paquera” deixa de existir a cada dia, ou melhor, se transforma a cada dia. Hoje a comunicabilidade se faz com muito imediatismo, “ficar” já é um termo absolutamente normal e vivido cada vez mais não só por adolescentes que experimentam cada vez mais precocemente as sensações de amar, mas também pelas “segunda e terceira idades”.
O amor pode acontecer a qualquer momento… SE permitir, quando ele surgir já é um caminho de alegria ao ser humano, sempre necessitado de interação com seu próximo, seja para uma amizade ou um romance.
Pra muitos, SE permitir significa ousar, mas todos sabem o quanto é importante libertar o coração, dar as mãos para as emoções mais lúdicas, com as graças e encantos de uma criança. Pode este amor maduro e sedimentado reflorescer ou o amor ainda semente se tornar uma grande árvore frondosa e frutífera dependendo das semeaduras que fazemos ao longo da vida?
Podemos fazer de nossos caminhos verdadeiras colheitas do bem, quando nos deixamos aprender com as experiências de amar. Somos responsáveis e donos de nossos sentimentos, donos de nossos “príncipes e sapos”, que muitas vezes insistimos em cultivar em nossas ações e emoções mais presentes. Leia Mais »

3 Feb
VOLUNTARIADO, UM ATO DE AMOR
icon1 O GuaracYano | icon2 Comportamento | icon4 3/02/2009|

Contribuição social, cultural, braçal, troca de experiências, crescimento e doação fazem parte do ato do voluntariado.
Quantas vezes, durante nossa vida, ouvimos falar de voluntariado, conhecemos amigos e amigas voluntárias (os) e mesmo que momentaneamente, sentimos -vontade de participar?
Acolher, orientar sem a meta da remuneração é parte fundamental desta ação de amor. Hospitais, instituições de caridade, escolas, ong’s, momentos de crise social sempre contam com estas pessoas do bem com vontade de exercer o amor em prol de seu semelhante. Um amor que não exige nada em troca, desprendido do interesse, independente de hierarquia profissional ou de qualificação sócio-cultural. Todo ser humano pode ser um voluntário, é só querer e se dispor. Leia Mais »

17 Dec
Santa Solidariedade
icon1 Ricardo Hida | icon2 Comportamento | icon4 17/12/2008|

As chuvas que caíram sobre o Estado de Santa Catarina no último mês causaram estragos irreparáveis. Mortes, ferimentos, prejuízos de toda ordem. Veículos do mundo inteiro noticiaram a tragédia que ocorreu em um dos mais prósperos e ricos estados brasileiros.

Vale, no entanto, lembrar que se há sombra, há luz. Leia Mais »

15 Apr
Outono Necessário
icon1 Vitor Pascoal | icon2 Comportamento | icon4 15/04/2008|

Estamos em pleno outono. Estação de que muito poucas pessoas gostam e que bem menos outras se dão conta de que existe. Em geral, por aqui, as estações do ano não são tão bem definidas exceto pelo verão e pelo inverno, o que faz com que as pessoas percam a oportunidade de se sintonizar um pouco mais com a Natureza. As quatro estações, verão, outono, inverno e primavera, para a Natureza, são bem diferentes entre si e possuem funções muito distintas; também exercem efeitos muito específicos no organismo, no humor e no psiquismo de cada um de nós. O outono, por exemplo, é uma estação intermediária entre o verão e o inverno. Leia Mais »

4 Apr

comportamento_91.jpg O conhecimento nos leva a ampliar nossos horizontes, ter novas idéias,
aumentar nosso poder de ir e vir, de nos defender, de criar…

Há pessoas que pagam preços altos por algumas coisas na vida, mas pagam porque querem. Outras pagam também, mas sem querer. Pagam porque não têm opção, por assim dizer. Estou me referindo ao preço que as pessoas pagam por desconhecerem fatos e informações.
Conheço uma pessoa que comprou um bem, dando uma entrada em dinheiro e financiando o resto em 12 vezes. Sempre pagou em dia suas prestações, mas no mês passado esqueceu-se de pagar. Com dez dias de atraso, recebeu o telefonema de um escritório de advocacia cobrando-a. Como a prestação não poderia ser paga normalmente no banco, era necessário que ela recebesse um novo boleto bancário, que trouxe o valor da prestação e os juros a serem pagos pelo atraso. Quando veri- fi cou o valor, assustou-se, pois os juros deveriam ser de vinte e sete reais e estavam cobrando cento e dezessete reais, ou seja, noventa reais a mais. Telefonou novamente para o escritório de advocacia e reclamou do fato. O que ouviu como resposta foi: “esse valor a mais se refere aos honorários advocatícios da cobrança”. Era evidente que o tal escritório foi contratado pela empresa financiadora para cobrar dívidas em atraso e que, por isso, a própria empresa deveria pagar pelos serviços do referido escritório, afi nal, não se pode processar uma pessoa judicialmente por causa de dez dias de atraso no pagamento de uma dívida. Já que era um serviço de cobrança e não a condenação por um processo, seria impossível ter que pagar honorários advocatícios. A tal moça explicou esse fato para o rapaz que a atendia e recusou-se a pagar. Imediatamente o rapaz disse que retiraria o tal valor. Conclusão: se a situação não fosse conhecida, ela teria pagado os noventa reais a mais. Leia Mais »

30 Mar
O Tempo e a Colheita
icon1 Vitor Pascoal | icon2 Comportamento | icon4 30/03/2008|

“O tempo anda voando? Você nem percebe a vida passar?
Então, você precisa fazer menos.”

comportamento_08.jpgO sol já nasce mais cedo, o tempo já não está tão frio… A primavera iniciou trazendo novas folhas às plantas e árvores e colorindo a paisagem. Muitas pessoas ao olharem o calendário se surpreendem e dizem: “o tempo está voando, já estamos no fim do ano!” Algumas pessoas se deparam com esse fato corriqueiro (afinal, o tempo está passando todos os dias, desde que nascemos!) e o sentem, com alguma ansiedade, que há um tempo se esgotando. Pensam no final do ano como o final de um prazo e percebem que resta pouco tempo para fazer o que planejaram no início do ano.
Isso é muito natural. Todos nós contamos o tempo em dias, semanas, meses e anos. Encaramos cada período como um ciclo, um prazo para realizar coisas. Sonhamos, planejamos e nos colocamos metas a serem atingidas nesses períodos. Muitos se determinam a atingir essas metas e colocam todos os seus esforços para conquistá-las e conquistam. Outros se distraem com os fatos do dia-a- dia, se envolvem com outras idéias, se desviam e vão vivendo, fazendo o melhor que acham que podem. E quando o calendário aponta que o tempo avançou, se surpreendem, percebendo que ainda não fizeram muita coisa daquilo que se propuseram. Leia Mais »