9 Aug

O corpo mediúnico do Templo Guaracy se reuniu na manhã do primeiro domingo de agosto para plantar trigo no Espaço Cultural Mataganza. O ato representou o plantio do alimento físico e espiritual para os próximos anos e o compromisso de todos os médiuns presentes com a Filosofia Guaracyana.

A Filosofia Guaracyana é uma nova perspectiva de espiritualidade que antecede qualquer religião, que consideramos método. Assim, qualquer pessoa, de qualquer credo, pode tê-la como um norteador de Vida. Ela representa a liberdade de pensar, sentir e agir, fugindo de toda e qualquer opressão inconsciente. Nela podemos ter a espiritualidade e consciência, uma espiritualidade com ciência.

Você conhece os 16 princípios da Filosofia? Você aplica, ou pelo menos busca aplicá-los no seu dia-a-dia? Afinal, isso é a verdadeira espiritualidade: buscar a Luz e trazê-la para nossas vidas. É chegado o momento de acabar com a idéia de que a salvação é algo para outro mundo! Ou que o caminho da bem-aventurança é conhecer belas palavras e conceitos e colocá-los nas vidas … dos outros. Ser espiritualista é viver em paz, é fazer o melhor em todos os momentos e ser leal com aquilo que assumimos como verdades.

É procurar ver a essência das coisas e dos seres, não o verniz que brilha de forma passageira. É entender que a mediunidade é uma faculdade que prova a imortalidade do espírito e que essa prova, inconteste, de uma realidade sutil deve promover uma reflexão do que é realmente importante para nós. Muitos dizem acreditar na Eternidade ou ainda se dizem espiritualistas, mas até que ponto seus objetivos, sua qualidade de vida e das relações que mantêm refletem essas convicções?

Mesmo nas religiões de matriz africana vemos ainda muitos buscarem o espetáculo, a forma , e não o conteúdo. Muitos que querem milagres, esquecendo que o maior milagre já temos: a Vida e a capacidade de conduzi-la. Muitos acreditam inadvertidamente que os guias espirituais, Mestres de Luz, estão para satisfazer as ilusões que os encarnados carregam. Esquecem qualquer orientação que é dada e que exija uma mudança interior. Não raro nos deparamos com irmãos que se dispõem a acender inúmeras velas ou entregar oferendas e se recusam a perdoar o passado e as ofensas recebidas. Há aqueles que ainda vêem os orixás como seres que carregam as qualidades e defeitos humanos e fazem deles motivos para se fazer temidos ou respeitados.

Há também os que vivem falando do diabo. Porque, como diz um amigo meu marketeiro, é a indústria mais rentável da história do homem. Muito se faz, muito se gasta por causa dele. A começar por aqueles que utilizam esse conceito para justificar sua incompetência em conduzir seu próprio destino e seu medo de ter o próprio arbítrio

É muito difícil assumir a responsabilidade de ser seu próprio Mestre e arcar com as responsabilidades de suas escolhas. Talvez aí resida a necessidade de se buscar muletas em livros, sacerdotes e verdades alheias, esquecendo de olhar a verdadeira Sabedoria na própria Natureza e nas raízes que te acompanham.

Tudo isso mostra o quão arrojada é a Filosofia que tantos já abraçaram e que é mais um archote na vida cotidiana. Porque tem como base a liberdade e a consciência, que tantos buscam, mas tão poucos pagam o preço para tê-las.

16 Jul

No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a “descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não
soubesse lidar com as emoções.”

A ciência começa o novo milenio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual.Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma Nova Era no mundo dos negócios.

Drª DanaZohar - Oxford

No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.

Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado “Ponto de Deus” no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.

O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune.

Afirma Dana: “A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual”.

Aos 57 anos, Dana vive em Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford.

É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Leia Mais »

8 Jul

Geografias mudam. Alguma dúvida? Então vejamos. Alguém, nos anos 80, diria que a China se tornaria uma das maiores potências econômicas do planeta ou que a Índia seria grande exportadora de tecnologia? Ou que a América do Sul sediaria os dois maiores eventos esportivos do mundo em uma mesma década?

Mesmo no território brasileiro,vocações de regiões, estados e cidades mudam sem nenhum tipo de constrangimento. No passado, as religiões de matriz africana estavam mais ligadas ao Rio de Janeiro e Bahia. Hoje o cenário é diferente. E o maior exemplo é Bauru, no interior de São Paulo.A cidade que tem 360.000 habitantes e cujo lema é “ Sentinela Alerta”, apresenta-se como um importante pólo irradiador da cultura afro-brasileira e da tolerância religiosa. Se a lei municipal 10.639, aprovada em 2009, dedicou o dia 15 de novembro à comunidade umbandista de Bauru, o UmbandaFest evento de cunho cultural e educacional que existe há 5 anos e recebe a cada edição centenas de pessoas de todas as regiões do Brasil foi o grande responsável por inserir a cidade paulista no cenário religioso.

Todas essas conquistas são resultados de um trabalho persistente e planejado do babalorixá Ricardo Barreira que carrega como credenciais o fato de ser Umbandista, Sacerdote do Templo de Umbanda Cacique Thunan,Fundador do Instituto Sócio Cultural Umbanda Fest e Presidente da Federação de Umbanda e Candomblé do Estado de São Paulo “Reino de Oxalá”.

Aos 32 anos,esse paulista, pai de duas meninas, é também palestrante e apresentador de rádio. O início de seu trabalho remonta ao ano de 1996, quando aos 18 anos lança um boletim (que daria origem ao jornal Umbanda Sagrada) com o objetivo de unir a comunidade umbandista bauruense e desmistificar a religião na cidade. Com o passar do tempo, e com os primeiros objetivos atendidos, o boletim começou a trazer questões mais complexas em suas matérias, expandindo seus horizontes. Foi então que Barreira percebeu que era hora de um outro projeto, tão audacioso quanto o próprio nome : MACUMBA, Movimento de Ação Comunitária Umbandista, que tinha como meta desenvolver ações sociais e mostrar que a religião tinha o objetivo de apoiar o desenvolvimento das pessoas e da sociedade e não fazer mal , como muitos erroneamente acreditavam. Segundo o próprio Ricardo “ Se as pessoas aceitassem a MACUMBA, aceitar a Umbanda seria mais fácil”.

E a aceitação se deu. E com ela mais um passo no caminho de divulgar a Umbanda para o mundo:a criação da UmbandaFest , então com propósitos artísticos e culturais. OMACUMBA virou Instituto Sócio Cultural Umbanda Fest e o trabalho aumentou. Eventos, reportagens, trabalhos sociais, articulações políticas surgiram com a fundação do Instituto, responsável pela maior festa cultural das religiões afro-brasileiras, reunindo os maiores nomes artísticos da área.

Em paralelo, uma série de ações mobilizadoras se desenvolveram. A campanha “ Umbanda, eu visto esta camisa” virou febre em Bauru. Os umbandistas decidiram mostrar sua força e saíram às ruas com a camiseta do movimento. O propósito era claro. Se a religião pregava a paz, o amor, por que escondê-la? Em todos os lugares da cidade e via, e ainda se vê, pessoas passeando com o slogan no peito, e no coração.

Ricardo também decidiu ir aos jovens plantar a semente do respeito ao semelhante. Em escolas e faculdades, começou a dar palestras mostrando a Umbanda real, sem estigmas e mistérios.Sem buscar converter, os encontros, que acontecem até hoje, têm o objetivo de apresentar a única religião genuinamente brasileira. Como Barreira diz “Temos que mostrar a profunda ligação da Umbanda com a nossa cultura e tirar qualquer culpa dos jovens pela imagem errônea que carregam de nossos cultos”.

Além do caráter sociológico e antropológico, o pai-de-santo procura mostrar a outra face da Umbanda: a de real defensora da Natureza. A sustentabilidade, palavra hoje na moda, existe nos umbandistas há muito tempo, já que a Força de cada Orixá está na própria Natureza. Por essa razão, outra campanha foi para as ruas : “ Sou umbandista e respeito a Natureza”. Segundo Ricardo, esta é a terceira porta por onde a Umbanda se faz visível. As duas outras são as ações comunitárias e seu caráter artístico- cultural.

Questionado sobre os próximos passos, Ricardo Barreira apresenta seu novo projeto: o programa Axé Odara. Com estréia marcada para o dia 3 de Julho ele vai ao ar todos os sábados das 10h00 às12h00, na rádio Atitude ( 87,9 FM). Quem mora fora da região de Bauru pode acompanhar a emissão pela internet, através do endereço http://www.axeodara.com/.

Alguém duvida que vai ser mais um sucesso desse embaixador da paz?

20 Apr
Leitura e arte
icon1 O GuaracYano | icon2 Arte e Cultura, Espiritualidade | icon4 20/04/2010|

Há várias leituras que podem ser feitas dos orixás, desde as estritamente espiritualistas até as sociológicas materialistas. Muitas são românticas outras nem tanto. Já um Guaracyano entende orixá como força da natureza e o reverencia como tal. Respeita todas as outras interpretações originárias das mais diversas tradições mas sabe que os orixás não são exclusividade das religiões de matriz africana pois estão presentes na vida do Homem, antes mesmo do surgimento de uma consciência humana abstrata. Os orixás são estudados nas escolas, universidades e são pesquisados nos laboratórios mais sofisticados do planeta, só que com outra denominação. Libido, Movimento Constante, Estrutura, Líquido Amniótico são nomes dados pelo homem às manifestações dos orixás.

O livro Orixás - Forças Sagradas da Natureza, de João Makray, é uma obra que traz uma iniciação à forma como os guaracyanos entendem essas forças. Repleto de arte, cada página traz de uma maneira única a essência de cada uma dessas grandes forças e energias que geram a dinâmica da vida e sua manifestação na Terra. Leitura deliciosa. Para quem tem mais interesse no assunto, o vídeo abaixo pode ajudar.

14 Apr
Tempo de reflexão
icon1 O GuaracYano | icon2 Espiritualidade | icon4 14/04/2010|

Inúmeras são as obras que retratam o nosso tempo. “ A Era do Vazio” e “ Tempos Hipermodernos”, do francês Gilles Lipovetsky, se juntam a tantas outras na finalidade, respeitável, de explicar tudo que estamos vivenciando e deixar um registro para as próximas gerações dos nossos dias. Cada escritor, cada filósofo usa seu método, mas todos chegam a conclusões muito parecidas: vivemos uma era com excesso de informações, de culto ao corpo, de consumismo desenfreado e da absoluta falta de privacidade. Pode parecer catastrófico e inevitável, mas não é.

Tudo depende das escolhas que fazemos. A primeira delas diz respeito à nossa grande busca e no que elegemos como grande tesouro. Em seguida é preciso ter a consciência dos princípios e fundamentos que nos guiam para determinar , por fim, como agiremos. Isso é viver. Ainda que falte consciência, esse é processo pelo qual todos passamos, cientes ou não dele. Daí a necessidade de um respiro. Um momento de pausa, de recolhimento, ainda que rápido, para termos a certeza de como conduzimos nossa vida, com quem e para quê. Leia Mais »

8 Dec

O fundador e diretor do Templo Guaracy, Carlos Buby, encerrou o TEDx São Paulo, evento internacional que busca reunir pensadores brasileiros de várias áreas do conhecimento em um só lugar para avaliar o papel do nosso país no contexto global. Com uma apresentação surpreendente, Buby , em 15 minutos, contou sua trajetória e ligação com o Caboclo Guaracy e homenageou os organizadores do evento com uma guia, confeccionada por ele mesmo. A repercussão de sua participação foi imediata e muito positiva. Internautas que acompanharam o evento elogiaram a presença de um representante da umbanda, a única religião brasileira e a “mais natural de todas”segundo o próprio pai-de-santo. Algumas de suas frases ainda ecoam no mundo real e digital, entre elas: “o que determina a veracidade de uma historia não são os fatos, mas a credibilidade de quem a conta”, “é muito fácil saber o que desejamos , mas não o que necessitamos”, “atingir um objetivo não é só lutar e chegar, mas entender o processo” ou ainda “qualquer atividade feita apenas com técnica, morre com o seu criador”.

Cerca de 800 pessoas se reuniram dia 14 de novembro, no Teatro Mooca em São Paulo para participar do primeiro evento TEDx do Brasil. Por mais de 12 horas, a platéia composta de um público minuciosamente selecionado assistiu às apresentações de 33 palestrantes.

O TEDx São Paulo nasceu do evento TED que acontece desde 1984 e recebe, na Califórnia, grandes expoentes de nome internacional, como Bill Gates, Bill Clinton, Al Gore e Michele Obama. Com o sucesso crescente desse projeto e o lema “espírito das ideias que merecem ser espalhadas”, o TED criou a versão local e independente do evento, os TEDx.

Mais informações pode ser encontrada no site: http://www.tedxsaopaulo.com.br

9 Oct

Por Rodrigo Queiroz

“Todo quadrante dinâmico, sob a lua crescente, laureado pelo trabalho, conduzirá à Luz”.
- Pai Buby -

A Umbanda, como tudo nesta era moderna da globalização e múltiplas ferramentas de comunicação, vêm sofrendo profundas renovações e determinantes influências que a primeiro momento altera o “velho padrão” e que, na verdade, promove a tal pregoada evolução.
Por muito tempo venho ensaiando este texto, pois não conseguia definir se o escrevia como um artigo jornalístico meramente informativo e “neutro”, leia-se: frio. Ou se eu me permitia narrar minha experiência pessoal, sensações, emoções e conclusões de pesquisa e vivência. Ou seja, um texto vibrante e caloroso!
Tentei por várias vezes a primeira opção e agora cansado de tentar venho transcrever o que gostaria de falar pessoalmente.
Em Novembro de 2007 foi notícia uma extensa matéria na Revista Época, sobre Pai Buby como “re-inventor da Umbanda” e o Templo Guaracy. Tal reportagem trazia à tona “uma” Umbanda sofisticada, moderna e… como posso dizer… “invejável”.
A matéria foi comentada e debatida em grupos virtuais, escutei muitas pessoas sobre esta reportagem e tive contato com todo tipo de opinião e, de forma soberana, predominava a opinião de que aquela Umbanda que Pai Buby propunha era demasiadamente “chic”, fora dos “padrões” de simplicidade que a Umbanda manifesta ou coisa do tipo.
Então me questionava, por que o diferente, o inovador, o empreendedor é sempre visto com “cara feia”? Confesso que achei estranho alguns trechos da reportagem, mas me chamou muito a atenção a dimensão que “aquela” Umbanda tomava e o núcleo que ela penetrava, ou seja, os abastados. Me alertei com uma declaração de uma entrevistada que é freqüentadora do Templo Guaracy que disse o seguinte: “Não entraria em um terreiro diferente deste”. Ela está se referindo aos terreiros da periferia, escondidos, mal tratados. Por fim, esta reportagem da Época, dando ênfase a estas questões, criou um mal estar na comunidade Umbandista. Guardei a entrevista, achei interessante e o tempo passou.
No início de 2008 recebi um mailing sobre o lançamento do Cd de Carlos Buby “Terra de Deus Repentista”, pela gravadora Batoke; era ele, Pai Buby, achei interessante, liguei na gravadora para marcar uma entrevista para a Revista Umbanda Sagrada. Paralelo a isso, eu e Ricardo Barreira (Umbanda Fest) iniciávamos o programa diário de rádio Voz da Umbanda; era o ano do Centenário Umbandista e muitas atividades e planos estavam sendo realizados. Enfim, a Umbanda Fest trouxe o show de Carlos Buby para o evento cultural “Revelando São Paulo”. Nesta ocasião entrevistamos Buby na rádio e também pela TV Umbanda Sagrada. Isso aconteceu numa sexta feira e sábado, no domingo o Templo Guaracy completava 35 anos de atividade. Eu estive lá. Leia Mais »

16 Jun
O saber dos saberes
icon1 Ricardo Hida | icon2 Acontece, Espiritualidade | icon4 16/06/2009|

Muita gente sabe que a Grécia foi o berço do pensamento ocidental. Cada Poli (cidade-estado) tinha seus sábios que debatiam livremente suas idéias acerca do universo e do homem. Filosofia, Religião e Ciências não eram disciplinas separadas. Elas compunham o saber humano. Daí teoremas matemáticos terem sido postulados por filósofos que entendiam igualmente de plantas, espiritualidade, física e medicina. Afinal, tudo era vida.
 
Séculos se passaram e a Igreja, poder teocrático  durante a Idade Média,  elegeu seus sacerdotes como  os únicos sábios que deviam,  separando o homem do resto da Natureza, em uma pretensa e pseudo superioridade da raça humana,  explicar  o mundo a partir de dogmas criados em Concílios, punindo todo pensamento divergente.
 
Mas como transformações são inevitáveis e sistemas fechados tendem a sofrer rupturas, essa visão da realidade foi substituída por outra, tão perigosa quanto a anterior. Nessa nova perspectiva, chamada de Ciência, tudo o que era relacionado ao sentir deveria ser abolido. Só se podia confiar naquilo que se via e no que se podia observar em laboratório. Na hierarquia das ciências, toda aquela que não podia ser expressa em um modelo matemático  ocupava uma posição menos nobre. A palavra espiritualidade passou a ser vista com sarcasmo e a natureza como um sistema à disposição do homem para interesses econômicos e financeiros.
Mas a história, sempre impiedosa e amoral, se repete e esse modelo, tal como o anterior, vem se desestruturando.
 
Para aqueles que observam o zeitgeist, o espírito de nosso tempo, fica a  a grande pergunta : O que virá agora?
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1 Jun
REIKI UM CAMINHO DE LUZ
icon1 O GuaracYano | icon2 Espiritualidade | icon4 1/06/2009|

Iniciado por MIKAO USUI e utilizado mundialmente há dois séculos, o reiki, uma terapia que propicia ganho de energia extra ao corpo e mente, está sendo cada vez mais difundido e vem adquirindo cada dia mais adeptos repletos de amor a espalhar ao nosso planeta. Necessitando da vivência das energias, o reiki não basta ser compreendido através de livros que, aliás, já possuem grande fatia da editoração do mercado esotérico. Vivenciado em três etapas — níveis I, II e III — tem também seu ritual que introduz o ser comum no mundo do ser reikiano, um buscador de movimentos de luz contínua, não só para o ser humano, mas também para tudo que compõe o planeta, incluindo as plantas e os animais.
Como um sistema de cura natural, ele faz parte do dia a dia de muitas pessoas que o utilizam como mais uma ferramenta de cura, sem com isso abandonarem seus tratamentos tradicionais. O REIKI restaura, harmoniza e equilibra o ser, causando assim sempre um movimento próspero a todo àquele que, aos poucos, se transforma através de suas práticas. Leia Mais »

17 Apr
Quem Planta seus Males Espanta
icon1 O GuaracYano | icon2 Espiritualidade | icon4 17/04/2009|

Viver é também fazer viver… O contato com a terra, o cultivo dia a dia favorece as boas energias não só para a mente, mas também para o coração, para as emoções.

Quem nunca em um dia de estresse se envolveu com o plantar?

Dúbia colocação, pois é assim mesmo que acontece, um plantar material e um plantar emocional acontecem com o contato de olhos e mãos com a terra. Há milênios existem estudos de datas e fases da lua mais propícias para o plantio. Quem trabalha e vive do plantio, geralmente está envolvido com estas fases mais recomendadas. Plantar e colher o próprio fruto, a própria erva, é com certeza um prazer que só quem desempenha sabe.

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