1 Sep

De forma lúdica e divertida, obra retrata talento precoce do principal artista do barroco brasileiro

Há 280 anos nasceu na cidade de Vila Rica, Minas Gerais o mais importante nome do barroco brasileiro, Aleijadinho. E para celebrar a data a Callis Editora indica a adultos e crianças o livro “Aleijadinho”, da Coleção Crianças Famosas.

Escrito por Carla Caruso, a obra, lúdica e ilustrada voltada ao público infantil, conta episódios da infância de Antônio Francisco Lisboa. Filho de uma escrava e de um mestre-de-obras português, ele ficou conhecido por esculpir belas obras em diversas igrejas das cidades históricas mineiras, principalmente Ouro Preto. Vítima de uma doença degenerativa que dificultava a realização de sua arte, Antônio foi eternizado como Aleijadinho.

A Coleção Crianças famosas possui mais de 20 títulos e narra trechos da vida de personalidades nacionais e estrangeiras da música, pintura, literatura e história. O objetivo é mostrar às crianças a genialidade precoce dos mais variados artistas e desenvolver a cultura e o senso crítico desde cedo.

Serviço

Livro Aleijadinho

Callis Editora

Coleção Crianças Famosas

Autor: Carla Caruso

Ilustrações: Ângelo Bonito

21X21 cm

24 páginas

Preço sugerido: R$ 19,90

19 Aug

Cumuruxatiba recebeu esse nome pelos índios da tribo Pataxó, devido ao fenômeno que lá ocorre, denominado maré rasante, uma diferença entre a maré alta e baixa. Iniciou suas atividades turísticas a mais de quinze anos, quando a comunidade, formada por cerca de 500 pescadores, cafuzos, mulatos, índios e mamelucos, recebeu os primeiros pontos de energia elétrica. Hoje, a vila de Cumuruxatiba, a 32 km de Prado, é um dos pontos mais procurados por brasileiros e estrangeiros que buscam tranquilidade em suas deslumbrantes praias de natureza exótica.

Localizada na Costa das Baleias, extremo-sul da Bahia, Cumuru, abreviação do nome indígena, é cercada por quilômetros de praias virgens, desprovidas de poluição visual ou sonora, recortadas por rios de águas límpidas e muito sossego. Destaca-se pela sua simplicidade e belíssimas praias rasas, calmas e com águas mornas, emolduradas por falésias, coqueirais e com uma mata atlântica em abundância, o que proporciona um grande contraste de cores em seu inesquecível cenário.

As praias de Cumuruxatiba são praticamente intactas. Permanecem frequentemente desertas, sendo assim perfeitas para descansar com a família e amigos. As situadas no centro da vila são ótimas para as crianças, pois não possuem fortes ondas e, durante a maré baixa, é possível andar 100 metros mar-adentro para apreciar os mais diferentes corais expostos e a bela paisagem litorânea.

A praia que dá nome à vila, com 1.200 metros de extensão, repleta de recifes e trechos de manguezais. Conta com uma interessante atração, o segundo maior píer do mundo feito em madeira, mesmo destruído pelo tempo ainda continua sendo o cartão-postal de Cumuru.

Esta praia também atrai a turma da caminhada e dos esportes náuticos: mergulho, windsurf, skysurf, caiaque e vela. A Escola de Vela Cumuru oferece aulas para os visitantes.

Ao sul as praias, em sua maioria, são desertas e possuem rios desembocando no mar, o que garante um refrescante banho de água doce. A mais próxima praia da vila de Cumuruxatiba situa-se a 1 km sul, a Praia da Areia Preta é contornada por areias monazíticas e falésias de até 30 metros. Percorrendo mais 5 km sul há duas praias desertas: a de Japara Mirim e de Japara Grande. Ambas possuem altas e coloridas falésias e são boas para pesca, mas cada uma é cortada pelos rios que dão seus respectivos nomes.

As praias mais movimentadas são as do norte. A 3 km ao norte de Cumuru, na Praia do Rio do Peixe ficam as mais charmosas pousadas da vila. Recheada por falésias, coqueiros e córregos, é dividida em duas: Praia do Rio do Peixe Pequeno e Praia do Rio do Peixe Grande. Com amendoeiras por toda a sua extensão, ambas possuem vários arrecifes, onde são pescados lagostas, polvos e camarões. São delimitadas por rios e possibilitam um delicioso banho de água doce a poucos metros do mar calmo. Leia Mais »

13 Aug

Para estimular a troca de experiências no vasto território brasileiro, a Editora FTD lança um novo concurso cultural durante a 21ª Bienal Internacional do Livro. Baseado nos temas que norteiam os lançamentos de 2010, o evento desafiará os alunos do 5º ao 9º anos, das escolas públicas e privadas de todo o Brasil, a escrever a melhor resposta, em apenas 120 caracteres, para a pergunta: “Por que devemos valorizar a Cultura Afro–Brasileira e Indígena?”. Os autores das 5 melhores frases e os seus respectivos professores ganharão uma viagem para o Hotel da Selva Ariaú Amazon Tower, com direito a levar um acompanhante cada. Estão inclusos passeios em aldeias indígenas, além de observação noturna de jacaré e até pesca de piranhas.

Os interessados devem preencher o formulário disponível nas escolas e também no hotsite www.ftd.com.br/concursocultural e enviá-lo via correio para o departamento de marketing da editora (Rua Rui Barbosa, 156, Bela Vista, São Paulo/SP, CEP 01326-010) até 12 de setembro. O resultado final da promoção será divulgado no dia 20 de outubro de 2010, no hotsite da campanha.

O concurso faz parte de toda uma ação voltada para a inclusão cultural dos valores dos povos que formaram a base populacional do Brasil e são as raízes dos nossos costumes. Para garantir essa integração entre os jovens da cidade e os que vivem em meio à natureza, a programação do estande da editora durante a Bienal do Livro inclui oficinas, danças, jogos e apresentações, além de diversos livros com temática afro-brasileira e indígena.

9 Aug

O corpo mediúnico do Templo Guaracy se reuniu na manhã do primeiro domingo de agosto para plantar trigo no Espaço Cultural Mataganza. O ato representou o plantio do alimento físico e espiritual para os próximos anos e o compromisso de todos os médiuns presentes com a Filosofia Guaracyana.

A Filosofia Guaracyana é uma nova perspectiva de espiritualidade que antecede qualquer religião, que consideramos método. Assim, qualquer pessoa, de qualquer credo, pode tê-la como um norteador de Vida. Ela representa a liberdade de pensar, sentir e agir, fugindo de toda e qualquer opressão inconsciente. Nela podemos ter a espiritualidade e consciência, uma espiritualidade com ciência.

Você conhece os 16 princípios da Filosofia? Você aplica, ou pelo menos busca aplicá-los no seu dia-a-dia? Afinal, isso é a verdadeira espiritualidade: buscar a Luz e trazê-la para nossas vidas. É chegado o momento de acabar com a idéia de que a salvação é algo para outro mundo! Ou que o caminho da bem-aventurança é conhecer belas palavras e conceitos e colocá-los nas vidas … dos outros. Ser espiritualista é viver em paz, é fazer o melhor em todos os momentos e ser leal com aquilo que assumimos como verdades.

É procurar ver a essência das coisas e dos seres, não o verniz que brilha de forma passageira. É entender que a mediunidade é uma faculdade que prova a imortalidade do espírito e que essa prova, inconteste, de uma realidade sutil deve promover uma reflexão do que é realmente importante para nós. Muitos dizem acreditar na Eternidade ou ainda se dizem espiritualistas, mas até que ponto seus objetivos, sua qualidade de vida e das relações que mantêm refletem essas convicções?

Mesmo nas religiões de matriz africana vemos ainda muitos buscarem o espetáculo, a forma , e não o conteúdo. Muitos que querem milagres, esquecendo que o maior milagre já temos: a Vida e a capacidade de conduzi-la. Muitos acreditam inadvertidamente que os guias espirituais, Mestres de Luz, estão para satisfazer as ilusões que os encarnados carregam. Esquecem qualquer orientação que é dada e que exija uma mudança interior. Não raro nos deparamos com irmãos que se dispõem a acender inúmeras velas ou entregar oferendas e se recusam a perdoar o passado e as ofensas recebidas. Há aqueles que ainda vêem os orixás como seres que carregam as qualidades e defeitos humanos e fazem deles motivos para se fazer temidos ou respeitados.

Há também os que vivem falando do diabo. Porque, como diz um amigo meu marketeiro, é a indústria mais rentável da história do homem. Muito se faz, muito se gasta por causa dele. A começar por aqueles que utilizam esse conceito para justificar sua incompetência em conduzir seu próprio destino e seu medo de ter o próprio arbítrio

É muito difícil assumir a responsabilidade de ser seu próprio Mestre e arcar com as responsabilidades de suas escolhas. Talvez aí resida a necessidade de se buscar muletas em livros, sacerdotes e verdades alheias, esquecendo de olhar a verdadeira Sabedoria na própria Natureza e nas raízes que te acompanham.

Tudo isso mostra o quão arrojada é a Filosofia que tantos já abraçaram e que é mais um archote na vida cotidiana. Porque tem como base a liberdade e a consciência, que tantos buscam, mas tão poucos pagam o preço para tê-las.

4 Aug

O Espaço Cultural Mataganza recebeu, no último dia 31 de julho, 150 convidados para o jantar de entrega do Prêmio Guaracyano 2010 ao babalorixá Ricardo Barreira. A elegante noite buscou valorizar a cultura brasileira através da decoração, da gastronomia e das apresentações musicais. Além do pocket show do compositor e babalorixá Carlos Buby e das irmãs Galvão, a dupla sertaneja Sandra e Moacir subiu ao palco para marcar sua presença nesta noite dedicada ao jovem Barreira que há tantos anos vem trabalhando incansavelmente pela valorização da Umbanda. Leia aqui as razões pelas quais Ricardo Barreira foi escolhido para receber o prêmio.

O troféu, que foi entregue ao homenageado por Carlos Buby após discursos das Iyalorixás Tina de Souza e Suely Scartezini, foi talhado pelo escultor paulista Gerson Correra. O artista, especializado em esculturas de pedras, granito e cristal, reproduziu o símbolo da Filosofia Guaracyana no mármore verde usando uma técnica com efeito de corrosão.

O jantar de premiação fez parte da série de eventos deste final de semana dedicado ao 37º aniversário do Templo Guaracy do Brasil.

Clique aqui e veja algumas fotos da noite.

3 Aug

Três objetos de cerâmica utilizados como parte de um rito cerimonial foram encontrados durante trabalhos de pesquisa arqueológica na cidadela Inca de Machu Picchu, confirmou o Instituto Nacional de Cultura peruano.

O arqueólogo Rubén Maqque afirmou que os itens são aríbalos em miniatura, cobertos com pedras circulares (apachetas) e seriam, segundo Maqque, parte de um ritual de pago à terra. “Estamos no quarto dia de exploração e encontramos os objetos bem perto da superfície. (…) Este tipo de oferenda corresponde a um rito cerimonial de pagamento à terra ou Pachamama”, explicou o especialista à mídia local.

Embora a descoberta tenha sido feita numa área de Machu Picchu conhecida como “Cemitério”, próximo a um dos mirantes da cidadela, não encontraram restos de esqueleto. Isto descartou a hipótese de que o sítio arqueológico Inca tenha sido usado como cemitério, além de apoiar a teoria de que o local era usado apenas para a realização de cerimônias.

Além do aríbalos, foram encontrados nove tipos de pedra originárias de Sicuani, no Vale do Urubamba, da cidade de Cuzco e de Machu Picchu. Isto levou a conclusão de que as pessoas viriam destes lugares para realizar oferendas no santuário.

A cidadela Inca faz parte da lista de Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade da Unesco desde 1983 e, em 7 de julho de 2007, foi escolhida como uma das sete novas maravilhas em um concurso mundial organizado pela Fundação New 7 Wonders. Para completar, no próximo ano será comemorado o centenário do descobrimento de Machu Picchu - “achada” pelo arqueólogo americano Hiram Bingham em 1911.

3 Aug

Com a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo às portas, a FTD que destaca como principais temas do evento as culturas africana e indígena surpreende os visitantes com seus lançamentos e atividades.

Em sintonia com a lusofonia, um dos principais assuntos da Bienal, a FTD apresenta a obra infantil Em Angola tem? No Brasil também! do folclorista Rogério Andrade Barbosa, e ilustrações de Jô Oliveira. Esse é o segundo livro produzido em parceria pela dupla, que viajou à cidade de Luanda em 2008 participando de oficinas e palestras com crianças e educadores da região.

O indígena Elias Yaguakãg autografará o livro Aventuras do Menino Kawã, seu primeiro trabalho como autor e ilustrador. Também estarão no estande os indígenas Daniel Munduruku e Yaguarê Yamã, contando histórias e fazendo oficinas de ilustrações da cultura indígena.

Serão mais de trinta atividades para o público infantil no estande da editora, entre autógrafos, oficinas de máscara africana e colares indígenas, danças africanas e indígenas, pinturas, exposições e ainda a participação do coral formado por 25 crianças do povo Guarani.

Para um bate-papo com os leitores estarão as escritoras Inês Daflon e Maria Lúcia Daflon, apresentando a obra Órfãos de Haximu. O jovem escritor de 15 anos Jonas Worcman de Matos também marca presença. Ele lança o livro Show de Bola com poemas sobre futebol, em parceria com seu pai José Santos. Leia Mais »

29 Jul

29 Jul

O conceito de sustentabilidade pode ser entendido através de três grandes pilares: equilíbrio ambiental, justiça social e viabilidade econômica. Em outras palavras é o desenvolvimento da instituição com respeito ao meio ambiente, valorizando as pessoas e conquistando assim um melhor desempenho econômico.

Estudos são feitos para diagnosticar onde e como devem ocorrer mudanças para introduzir uma cultura sustentável na organização. Um plano de ações é construído e implantado com mudança interna e o comprometimento dos funcionários e suas lideranças, que assumem as responsabilidades diante essa nova realidade.

Uma vez que a atitude foi tomada e os resultados obtidos, a empresa vai então comunicar aos seus diversos públicos o compromisso assumido e os resultados de suas políticas sustentáveis.

Vale lembrar, no entanto, que não é muito comum se comunicar também de maneira sustentável. Ou seja, falar de sustentabilidade através de atitudes sustentáveis.

Surge aí uma oportunidade para as empresas e com isso novos hábitos deverão ser colocados na prática, como organizar melhor as reuniões evitando saídas desnecessárias e estimulando maior integração das pessoas com a tecnologia, usar cada vez menos documentos impressos e quando for imprescindível seu uso, buscar gráficas certificadas pelo FSC (organização que promove práticas responsáveis de manejo de florestas, certifica áreas e produtos florestais), sem deixar de lado a responsabilidade com a geração de resíduos.

Valorize as idéias de toda equipe e divulgue bons exemplos e melhores práticas.

Na hora de organizar um evento da empresa priorize espaços ao ar livre e durante o dia evitando gastos de energia. Ao montar a equipe trabalhe também com pessoas com deficiências, misture pessoas de vários estados e estilos e diversifique os gêneros. Procure por serviços de Buffet Orgânicos. Se for distribuir algum material ou brinde, valorize os produtos que sigam as regras da ecoeficiência e produção de cooperativas artesanais que beneficiam comunidades carentes. E pra fechar, um cuidado importante com o lixo, que deve ter o destino certo, procure, portanto, por uma ONG especializada e separe o reciclado do comum.

A coerência da comunicação e da realidade sustentável da sua empresa serão garantias do sucesso

16 Jul

No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a “descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não
soubesse lidar com as emoções.”

A ciência começa o novo milenio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual.Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma Nova Era no mundo dos negócios.

Drª DanaZohar - Oxford

No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.

Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado “Ponto de Deus” no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.

O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune.

Afirma Dana: “A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual”.

Aos 57 anos, Dana vive em Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em física pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford.

É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Leia Mais »

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