4 Apr

Em conferência na cidade de São Paulo, o Embaixador da Paz, Prem Rawat, acenderá a Chama simbólica de lançamento da terceira edição do Festival da Paz que acontecerá em setembro no mundo todo
 
 
No dia 11 de abril, em evento gratuito, o líder da paz Prem Rawat, da Fundação Palavras de Paz, estará em São Paulo, no Teatro Bradesco para falar de paz e acender a Chama simbólica de conexão entre todos os municípios, estados e países que participarão do III Festival Mundial da Paz, este ano.
Com o slogan “Manifeste sua Paz”, esta Chama prevê caminhadas populares em direção à Praça da Paz, no Ibirapuera, em São Paulo, aonde chegará no dia 6 de setembro para abrir, oficialmente, a terceira edição do Festival que é promovido pela Rede Unipaz.
De passagem pelo Brasil em sua turnê de conferências sobre cultura de paz, o líder indiano e cidadão do mundo abriu espaço para a cerimônia da Chama da Paz. Ele recebeu o título de Embaixador da Paz em 2006, em Florianópolis, por ocasião do I Festival Mundial da Paz. Como líder da paz há quatro décadas tem viajado pelo mundo inspirando milhões de pessoas a encontrar a paz interior. Segundo Rawat, “Não é o mundo que precisa de paz, são as pessoas. Quando as pessoas no mundo alcançarem a paz interior, o mundo estará em paz. A paz que procuramos está dentro de nós. Está no coração, à espera de ser sentida, e eu posso ajudá-los a entrar em contato com ela”.
A cerimônia que acenderá a Chama da Paz contará com a participação de mais duas lideranças brasileiras: Nelma da Silva Sá, coordenadora geral do III Festival Mundial da Paz e também Embaixadora da Paz pela Federação para a Paz Universal (UPF) e Dulce Magalhães, Embaixadora da Paz pelo Programa Mil Milênios de Paz no Senado Argentino, integra o comitê de 80 lideranças da paz coordenado pelo ex-presidente americano Bill Clinton para elaboração de um programa global de cultura de paz.
Os convites para participar da palestra e da cerimônia de lançamento do III Festival da Paz são gratuitos e podem ser solicitados pelo site
www.wopg.com/bem-vindos ou pelo telefone 03001003330
 
 
Serviço
Conferência de Prem Rawat, embaixador da Paz em São Paulo e cerimônia de lançamento do III Festival Mundial da Paz com a Chama da Paz.
Quando: quarta-feira, 11 de abril às 20h (portas do teatro abrem às 18h45).
Local: Teatro Bradesco no Shopping Bourbon, Rua Turiassu, 2.100.
http://www.teatrobradesco.com.br
 
Entrada franca

Mais informações no site World of Peace Global: www.wopg.org
Sobre Prem Rawat
Nascido na Índia, Prem Rawat começou a apresentar sua mensagem de paz em seu país muito cedo. Aos 13, foi convidado a transmitir seu incentivo à paz em Londres e Los Angeles. Desde então, cerca de 12 milhões de pessoas, de mais de 250 cidades em 50 países já presenciaram seus discursos que chamaram a atenção dos círculos acadêmicos, institucionais e governamentais em todo o mundo. Entre os importantes fóruns em que foi convidado a discursar, incluem-se as Nações Unidas, o Parlamento Europeu, Senado Italiano, Parlamento da Nova Zelândia, Guildhall de Londres e Universidades como Harvard e Oxford. Suas palestras são apresentadas no premiado programa Palavras de Paz que é exibido em emissoras de TV de 160 cidades brasileiras.

Sobre o Festival Mundial da Paz
O Festival Mundial da Paz é um evento global, multicultural, descentralizado e integrador. Em sua terceira edição que acontece este ano de 06 a 09 de setembro, terá como sede irradiadora o Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Sua expectativa é estimular manifestações de paz em cerca de 200 mil participantes no Brasil e mais de um milhão no mundo todo.
É realizado por voluntários que compartilham gratuitamente suas experiências e saberes em prol da causa da paz.
O Festival ocorre a cada três anos visando à promoção, a partilha e a vivência de valores e experiência de cultura de paz entre diversos agentes, instituições e indivíduos dedicados ao desenvolvimento e difusão desta causa.
É promovido pela Rede UNIPAZ e mais de duas centenas de entidades parceiras, tais como, organizações governamentais e não governamentais entidades de classe, grupos e congregações religiosas, segmento acadêmico, clubes e redes de serviços, entidades promotoras de cultura de paz, defesa de direitos humanos, ecologia e educação, entre outras. http://festpaz2012.blogspot.com.br/
O evento é gratuito e sem fins lucrativos.

3 Apr

No arborizado Espaço de Leitura do Parque da Água Branca, São Paulo, o Espaço de Leitura, projeto do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo organiza um evento no mês de abril sobre literatura e cultura indígena.  A curadoria é de Deborah Kietzmann Goldemberg, antropóloga e escritora, que assinou o Sarau das Poéticas Indígenas da Casa das Rosas e busca sempre aproximar o público do índio contemporâneo.

Com a presença de índios de diversas etnias e lugares do Brasil, como Guarani, Pataxó, Munduruku, Pankararu e Kaingang, as famílias paulistanas poderão ouvir histórias, assistir apresentações de música e canto, e participar de oficinas de grafismo e ilustração indígena: “Esse evento vai celebrar que no Brasil fala-se 180 línguas além do português. Somos um país de grande diversidade cultural, onde vivem 220 povos indígenas. Alguns desses índios, desde a década de 80, estão escrevendo as suas próprias histórias para dialogar com o público brasileiro” afirma a curadora Deborah.

Os pontos altos do evento prometem ser: o bate-papo com o maior escritor de literatura indígena do Brasil, Daniel Munduruku, com dezenas de títulos publicados e traduzidos para outras línguas; a apresentação do Coral Guarani da Aldeia Krukutu com 25 índios de todas as idades; a apresentação de Bino Pankararu e os “escondidos”, figuras míticas da cosmologia desta etnia que vestem-se com roupas de palha. Além disso, as oficinas prometem ser uma oportunidade de interagir e aprender técnicas de arte indígena.

“O Espaço de Leitura é um projeto que visa romper barreiras sociais e culturais, usando a leitura como ferramenta. A proposta deste Awê é apresentar ao público a diversidade dentro da cultura indígena e diminuir o desconhecimento perante o que é ser índio no Brasil hoje, tendo sempre em mente que o respeito pelo outro e pelo que se considera ‘diferente’ é o que fará nossa sociedade mais justa”, explica Tatiana Fraga, gestora cultural do Espaço de Leitura.

Programação completa:
1 de abril – Abertura 11hs
Tema: Mundo Indígena Contemporâneo
- Bate-papo & oficina de petecas e jogo da onça com Luciana Galante
Luciana Galante é antropóloga formada pela PUC-SP. Trabalhou com as comunidades Kulina e Kanamari no Amazonas. Desenvolve projetos de etnobiologia com os Guarani Mbya de SP.

7 de abril  -11hs
Tema: Mundo Pataxó
- Oficina de grafismo indígena com Garapirá Pataxó
Garapirá vive na Aldeia Barra Velha ao sul da Bahia e é artista plástico. Trabalha com pinturas corporais ou grafismos indígenas feitas com jenipapo e carvão simbolizando diferentes significados, em tela e no corpo, referentes ao momento da celebração.
               
8 de abril -11hs
Tema: Mundo Kaingang
- Apresentação da escritora indígena Luciana Kaingang
Vãngri  é da etnía Kaingáng nascida na Aldeia de Ligeiro, Município de Tapejara, Rio Grande do Sul. Escritora indígena, contadora de histórias e educadora bilíngüe pelo Instituto Kaingáng, na Aldeia Serrinha, Rio Grande do Sul.

14 de abril – 11hs
Tema: Mundo Munduruku
- Apresentação do escritor indígena Daniel Munduruku
Maior escritor de literatura indígena brasileiro, Daniel Munduruku e graduado em Filosofia, com licenciatura em História e Psicologia, e recentemente obteve seu Doutorado em Educação. Seu livro Meu avô Apolinário foi escolhido pela Unesco para receber menção honrosa no Prêmio Literatura para Crianças e Jovens na Questão da Tolerância.

15 de abril – 11hs
Tema Mundo Munduruku
- Oficina de Ilustração indígena com Maurício Negro
Ilustrador, escritor e designer gráfico. Dedica-se a projetos de temática étnica, ambiental, ancestral, mitológica e em geral relacionados à diversidade cultural brasileira. Prêmio NOMA (Japão, 2008), Seleção CJ Picture Book Festival (Coreia, 2009), White Ravens (Alemanha, 2000) e Altamente Recomendável FNLIJ no Brasil.

21 de abril – 11hs
Tema: Mundo Nheengatu
- Oficina de máscaras dos caras-pretas em nheengatu com a ilustradora Aline Binns e João Paulo Ribeiro
Aline é uma multi-artista girando os fluxos, intentando a re-união da arte com a espiritualidade, e experienciando seus caminhos.

João Paulo Ribeiro é aluno de Linguística USP. Pesquisa a área de Revitalização de Línguas Indígenas com Bolsa Cientifica nos estudos do Nheengatu.

22 de abril – 11hs
Tema: Mundo Guarani
- Apresentação do Coral da Aldeia Guarani Krukutu
Olivio Jekupé é escritor de literatura nativa e presidente da Associação Guarani Nhe e Poram, e apresenta-se com o Coral da Aldeia Krukutu (Parrelheiros, SP).

28 de abril – 11hs
Tema: Mundo Pankararu
- Oficina de penachos & saia do “Escondido” Pankararu              
Bino Pankararu, cacique da Comunidade Real Parque Pankararu, atualmente vive na aldeia Panakararu em Pernambuco.
 
29 de abril – 11hs
Tema Mundo Pankararu II
- Apresentação de Bino Pankararu e os “Escondidos”
Bino Pankararu, cacique da Comunidade Real Parque Pankararu, atualmente vive na aldeia Panakararu em Pernambuco. Apresenta-se com os jovens estudantes Pankararu Italo da Conceição da Pereira do Prado e Thales Wendher Pereira da Silva.

SERVIÇO
Espaço de Leitura
Aberto de terça a domingo, das 9 às 18 horas
Parque da Água Branca
Rua Ministro Godói, 180
Perdizes – São Paulo
Mais informações: 11 2588.5918
Entrada gratuita

Espaço de Leitura, projeto do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo  é administrado pela Poiesis – Organização Social de Cultura

11 Nov
Baiana nascida na Áustria
icon1 O GuaracYano | icon2 Comportamento | icon4 11/11/2011|

Veja a entrevista com Ana Primavesi, agricultora com mais de 90 anos, que carrega consigo alguns fundamentos guaracyanos e da linha de baianos, mesmo sem saber.

 

Ela já passou dos 90 anos, não come açúcar há quatro décadas e bebe pouquíssima água (sempre natural), afinal “é só o que o corpo precisa”. Esses são apenas alguns dos segredos da agrônoma Ana Primavesi, que mesmo se aproximando do centenário mantém saúde e disposição para cuidar das plantações e viajar o mundo espalhando sua sabedoria e ensinamentos sobre cuidado com a terra e respeito à natureza.

Nascida na Áustria, ela se mudou com o marido para o Brasil após a Segunda Guerra e foi uma das pioneiras da agricultura ecológica no país. Hoje a Dr. Ana Primavesi é uma das profissionais mais respeitadas quando o assunto é compreender os sinais da terra e encontrar formas de aumentar a produção, sem devastar a natureza.

Com sua voz mansa e ainda carregada do sotaque austríaco, ela conversou com o EcoD e falou um pouco da sua relação com a terra e como precisamos encontrar um equilíbrio entre os interesses humanos e a manutenção da vida no planeta.

 

A senhora tem uma grande intimidade com a terra, cheira para saber se a matéria orgânica foi enterrada profundamente e sente sua textura entre as mãos como indicativo do equilíbrio de nutrientes. Qual a importância desse contato para a senhora?

 

É a base de tudo, porque se você não sabe, não sente e não vê a terra, como vai fazer agricultura?

 

A senhora defende uma agronomia que, no seu modo de ver, “não compete com as leis da natureza”. É dessa forma, competindo com a natureza, que estamos produzindo alimentos hoje?

 

Não é que compete ou não compete. O problema é que se você planta de uma maneira diferente de como o planeta faz pode ser que você colha por mais alguns anos, mas depois a terra vai estar de tal maneira estragada que não produz mais quase nada, muito pouco. Agora vieram os adubos químicos, as máquinas e tudo isso para aumentar a produção. Mas olha, no ano 1200 depois de Cristo, as pessoas produziam na Índia quatro vezes mais do que se produz hoje. Então o adubo químico não foi a salvação, foi o que estragou o solo.

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10 Oct
Meio ambiente e gestão do conhecimento
icon1 Ricardo Hida | icon2 natureza | icon4 10/10/2011|

Nunca antes na história se debateu tanto sobre meio ambiente e sustentabilidade. A sociedade consome mais do que pode, o que provoca a exploração indiscriminada dos recursos naturais. A poluição é crescente, há graves alterações climáticas, crises no fornecimento de água devido à falta de chuva e destruição dos mananciais.

A constatação clara de que o ser humano se movimenta lentamente para mudar esse cenário projeta um futuro catastrófico: o planeta será alterado de tal forma que a vida como a conhecemos deixará de existir.

Neste mais recente lançamento da editora Almedina, Meio ambiente e gestão do conhecimento, o ambientalista e especialista em tecnologia da informação Demerval Luiz Polizelli aborda os motivos da omissão de países, autoridades, empresas e pessoas em relação ao meio ambiente e, ainda, alerta para algumas alternativas a partir das tecnologias que administram e fornecem conhecimento.

Nos últimos trinta anos, foi possível acumular informações, em uma escala impressionante, sobre os problemas ambientais. Foram construídos mecanismos de análise, redes de intercâmbio de pesquisas entre universidades e fóruns internacionais de decisão com forte aparato técnico e verbas. Os resultados obtidos foram pífios, porém as consequências já se fazem sentir em diversos aspectos. Como explicar essa contradição? Se a sociedade está atualmente no século do conhecimento, possui uma série de informações sobre a maneira como trabalha, consome e desenvolve a ciência, por que ainda trata os problemas ambientais como uma “consequência inesperada”? Leia Mais »

27 Sep

O que torna o caminhar mais seguro para um grupo, além de um líder e uma filosofia em torno da qual todos se reúnem, é a sua história. Os caminhos trilhados e as experiências vividas inspiram os mais jovens a prosseguir respeitando os que antecederam , mantendo a Luz do grupo sempre viva.

E é nesse espírito que foi criado o Museu Guaracyano , no Templo Guaracy das Campinas. Mais que reunir um acervo de mais de 40 anos, o museu é um guardião dos valores sagrados de milhares de pessoas. A primeira exposição organizada pela entidade , no mês de agosto, foi muito precisa e sensível em sua curadoria. Os quatro elementos da Natureza compuseram a linha mestre do evento. O fogo se apresenta com as bênçãos dos dirigentes espirituais e a força de um menino, que vencendo uma doença grave, fez de seu caminho uma rota de libertação para tantos outros. A terra, sobre a qual foi construída uma história espiritual, se viu em fotos e documentos que atestaram que espiritualistas não vivem jejuando e rezando, mas trabalhando sem descanso. A água se apresentou na sensibilidade de um poeta e compositor que fez da música um portal de intercambio entre diferentes dimensões. E o ar, bem, o ar se mostrou na filosofia que se expande para todos os continentes sem se importar com a religião das pessoas. Houve fotos, documentos como ata constitutiva do Templo, paramentos, artigos de imprensa, plantas de engenharia e discos antigos. Cada elemento justificando e explicando a realidade atual.

Foi possível viajar por quatro décadas com muita riqueza de detalhes, sem esquecer da simplicidade que é o alicerce da casa. Um exemplo disso é que no meio de tantas informações, estava presente com uma delicadeza majestosa um fac-símile do primeiro assentamento do templo, ainda presente nos altares de todos os guaracyanos : copo d´agua com vela branca.

Lágrimas, sorrisos e reflexões. A exposição cumpriu seu papel. Lembrar a história e inspirar muitos a prosseguir sua jornada espiritual, lembrando que se o caminho não é fácil, ele é recompensador.

Em breve muitos documentos estarão disponíveis em um site para consulta pública. A exposição atual irá viajar para outros lugares e uma nova está em planejamento. Se você tiver materiais que possam manter viva essa história não deixe de procurar a Iyalorixá Flávia Castro, no email flavia@xire.org

31 Aug

Curso pretende transmitir a cultura e a língua falada por mais de 90% da população do Paraguai e por vários grupos étnicos da América do Sul

A língua Guarani pertence a família lingüística tupi-guarani, que compreende línguas faladas na América pré-colonial por povos que viviam a leste da Cordilheira dos Andes (desde o mar do Caribe até o rio da Prata). Hoje em dias, essas línguas são faladas tanto por populações integradas às sociedades de seus respectivos países como por etnias que prestavam ainda suas culturas autóctones no Paraguai, no norte da Argentina, na Bolívia e no Brasil. Leia Mais »

25 Aug
Ventando…
icon1 Ricardo Hida | icon2 Arte e Cultura | icon4 25/08/2011|

A Filosofia Guaracyana, que pode ser seguida por pessoas de qualquer religião, afirma que cantar e dançar para a Natureza é uma prece que chega facilmente ao Criador. Para nós, Deus, além de sempre cantar e dançar (sim, Ele dança sim), prefere ver seus filhos alegres e sorridentes a sofrer privações e martírios. Por isso, chegada de uma canção que exalte a grandeza dos ventos, da comunicação, da polinização e do movimento das nuvens que espalham vida é motivo de muita alegria.

Quando essa canção é acompanhada de vozes de homens que carregam em si a Luz do Orixá Xangô, que é a perfeita dualidade de Iansã, a alegria vem em dobro. E cresce exponencialmente quando tem um arranjo de um maestro conhecido pelo requinte de sua obra e imagens que mostram a Natureza com todo seu esplendor.

Assim é o novo clipe do compositor, cantor e babalorixá Carlos Buby “Canto para Iansã”.

Confira abaixo, emocione-se e…dance!

16 Aug

Acontece nos dias 12,13 e 14 de agosto no CEU Inácio Monteiro, na Zona Leste de São Paulo, o Festival Wapi Brasil 2011, atividade realizada pela Soweto Organização Negra em parceria com os coletivos e as organizações ligadas a Cultura Hip Hop.
Por meio de uma campanha publicitária o tema “Eu africanizo São Paulo” ganhou repercussão na internet com mais de 100 pessoas fotografadas entre elas: artistas, pesquisadores, mulheres, homens, jovens, crianças, negros e não-negros.

Idealizada pelo rapper Panikinho que, ao participar em 2007 do Fórum Social Mundial em Nairobi, fez contato com os organizadores do WAPI, sigla em inglês de Words and Pictures, ou seja, palavras e imagens. Em parceria com a produtora, Janaína Machado deu inicio a concepção desse projeto. Evento multilinguagem de afirmação da cultura afro-diaspórica que começou em Nairobi, no Quênia, se espalhou pela África Subsaariana, chegou a países da diáspora, como Estados Unidos e finalmente acontecerá no Brasil.

As apresentações estão divididas por espaços: WAPI Diálogos e Seminários; WAPI Vibe – Discotecagem com a divulgação destinada a músicos ligados a diversidade de gêneros musicais afro-diaspóricos; WAPI Oficinas; WAPI- Pocket Shows – apresentações de diversas linguagens artísticas; WAPI Artes Visuais e verbais; WAPI-Market – Feira cultural; WAPI – Pictures - Intervenção artística fomenta a divulgação de artistas ligados as artes visuais, focando a Arte-Graffiti e WAPI Agência Jovem - parceria com Afroeducação visa criar uma agência de notícias para realizar a cobertura jornalística do Festival.

Dias 12 (sexta-feira), das 18h às 22h; 13 e 14 (sábado e domingo), das 9h às 20h. CEU Inácio Monteiro – Rua Barão Barroso do Amazonas, s/n. Cohab Inácio Monteiro, Zona Leste. Entrada franca. (11)7459-6102/8526-1072/2203-4770/6315-6732. wapibrasil@hotmail.com. http://www.flickr.com/wapibrasil/show.

9 Aug

A Passagem Literária da Consolação traz duas novas atrações em agosto: Repertório Urbano e Monstros Mitológicos do Mundo Subterrâneo. A primeira é uma mostra fotográfica de um grupo de dança e a segunda, obras que tentam ilustrar significados simbólicos do universo mitológico. A mostra pode ser visitada gratuitamente até o dia 4 de setembro.

Repertório Urbano é uma mostra composta por 20 fotos de Fabio Pazzini. São registros do trabalho da Cia. Artesãos do Corpo que tem um repertório criado em paisagens urbanas. Já a exposição Monstros Mitológicos do Mundo Subterrâneo é composto de 13 obras, criados por 13 artistas: Ana Minozzo, André Érnica, André Simmank, Carola Trimano, Célia Saito, Conrado Zanotto, Chris Flaksbaum, Fabio Quaglio, Lorenzo Leon, Manu Maltez, Maria Renata Ferreira Antunes, Lobo e Valentina Fraiz. Cada artista fará sua composição com a criatura do mundo subterrâneo de sua escolha em dois espaços, sempre continuando o desenho do artista ao lado. O diferencial é que os artistas criarão as obras dentro da Passagem Literária. Eles podem ser vistos trabalhando, das 10h às 18h, até a próxima sexta-feira (12). Depois disso, o local receberá palestras que discutirão a mitologia com estudantes e mestres (a programação estará disponível a partir do dia 15 de agosto). Leia Mais »

26 Jul

Pouco conhecido pela maioria dos ocidentais, o Butão fica na Ásia, entre a China e a Índia e recentemente ficou conhecido como uma das nações mais felizes do mundo, segundo pesquisa da Universidade de Leicester, no Reino Unido.

Entre as principais características do país estão os índices zero de fome, analfabetismo e índices de violência insignificantes. Os butaneses encantam os turistas pelo respeito e a gentileza. Cercada por montanhas, entre as atrações estão cerca de 2000 templos e monastérios, florestas e montanhas. A maioria dos visitantes procura o país por causa da sua riqueza cultural, religiosa e tradições.

Além de visitar templos e fazer caminhadas, outra atração é assistir aos festivais, que acontecem quase durante o ano todo.

Katmandu é a capital e a maior cidade do Nepal. Localiza-se no centro do país, a 1.370 metros de altitude. Com cerca de 670.000 mil habitantes, foi fundada em 723 pelos newares. A cidade antiga é característica pela grande quantidade de templos e palácios budistas e hindus, a maioria deles do século XVII. É também muito procurada por alpinistas, por ser a ponto de partida para o Monte Everest.

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